quinta-feira, 14 de junho de 2012


E então você percebe que você passou tanto tempo nadando, tanto tempo navegando por esse mar tão inconstante, por essa maré indomável, que não consegue confiar em toda essa calmaria. Você nota que passou tanto tempo com os pulmões cheios de água, com a garganta seca e a pele enrugada, que parte de ti recusa-se a acreditar em sua própria existência. Você se pega imaginando se, depois de tanto afundar, é possível que agora você sinta estar voando. 

G.R.



Uma vez me falaram que amar é se jogar de um precipício sem saber se lá embaixo vai ter alguém para segurar a gente. Foi a melhor definição de amor que já ouvi.

— Clarissa Corrêa.

terça-feira, 12 de junho de 2012


 Olha só a ironia: fui buscar o amor e já tinha, fui tentar ser feliz e já era. Fui buscar me encontrar e acabei me perdendo. Que loucura! Eu tive que me perder pra notar que tudo o que eu precisava, eu já tinha. Foi tipo um encontro com a vontade de paz e o desejo de viver. Tava tudo aqui, dentro de mim, e eu, boba, procurando lá fora.  



segunda-feira, 11 de junho de 2012


E aqueles olhos castanhos, se olhassem no fundo do meu coração - mesmo agora, depois de tanto tempo - conseguiriam ler o quanto eu o amava quando parti, e o quanto ainda amo.

(O Diário de Anne Frank)


domingo, 27 de maio de 2012

Da Série: Filmes Inesquecíveis


Você me salvou de todas as maneiras que alguém pode ser salvo.
(do filme Titanic)

Curto e Raro


O bem mais valioso de nossa época é o tempo. Obedecendo à lei da oferta e da procura, quanto mais escasso ele fica, mais caro nos é. A seca temporal é geral: eu não tenho tempo, você não tem tempo, o Eike Batista não tem tempo, o cara que está vendendo bala no farol, em agônica marcha atlética para recolher os saquinhos dos retrovisores antes que abra o sinal, também não tem.

Há quem diga que a culpa é da melhora das comunicações, e consequentemente, da maior agilidade no envio de dados. Com a informação viajando tão rápido, desaprendemos a arte da espera. Antigamente, aguardar era normal. Estávamos sempre esperando alguma coisa chegar. Uma carta, pelo correio. Um disco, do exterior. Uma foto, um texto ou um documento, via portador. Esses hiatos eram tidos como normais. Uma brecha saudável, uma pausa para o café, a prosa, o devaneio, a conversa na janela, a morte da bezerra. Hoje, não. Tá tudo aqui e, se não está, nos afligimos.

Enquanto não descobrimos a cura para este mal, a única saída é aprender a lidar com ele. Há que cercar com muros altos certas horas do relógio, para que nada as possa roubar de nós. Fazer diques de pedra em torno da hora de ficar com o nosso amor, da hora de trabalhar no projeto pessoal, da hora do esporte, de ler um livro, de encontrar um amigo. Mesmo assim, vira e mexe, vêm as obrigações, como um tsunami, e derrubam as barragens. E não há nada a fazer, senão reconstruir os muros, ainda mais fortes do que antes. 


(via antonioprata.folha.blog.uol.com.br)

sexta-feira, 25 de maio de 2012




Consideramos justa toda forma de amor.
(Lulu Santos)


Para ter lábios sedutores, diga palavras doces. Para ter olhos que encantem, deixe que eles só reflitam verdade. Para ter os cabelos bonitos, deixe que o vento despenteie. Para ter um sorriso atraente, deixe que ele venha quando verdadeiramente tiver de vir. Para ter boa postura, caminhe sempre de cabeça erguida. Para ter as mãos leves, estenda-as ao próximo sempre que puder. Para ter a consciência tranquila, siga sempre seu coração. 

Gabi Roldão.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


Tenho segredos que só eu sei, já vivi histórias que ninguém imagina e tenho um orgulho absurdo de ser quem eu sou. Bato no peito mesmo, não é qualquer um que passa por tudo isso e continua de coração aberto, peito aberto e sorriso aberto. Pode vir o que vier, pode acontecer o que for, quem fecha o coração pra vida é fraco. Eu sou forte.

(Teca Florencio)